4 ferramentas gratuitas para te ajudar a construir sua marca pessoal

Para te trazer mais clareza e direcionamento ao construir sua marca pessoal, listei 4 ferramentas gratuitas que vão te ajudar no processo.
Você pratica o que diz? (ou “por que comecei a fazer terapia”)

Alguns textos atrás (O ano que escolhi ser fraco), comentei que havia começado a fazer terapia e recebi algumas mensagens no inbox me dando as boas-vindas ao mundo da terapia. Então, hoje, decidi explicar por que decidi entrar pra esse mundo… Você já ouviu falar na Síndrome do Estudante? É uma espécie de procrastinação planejada — um nome elegante para dizer que estudantes costumam enrolar o máximo possível para fazer as tarefas em cima da hora. Mas não se engane, a edição de hoje não é sobre produtividade. É sobre falar, falar, falar… e não fazer. Nos tempos de faculdade, era clássico. Após semanas dizendo precisarmos fazer algum trabalho, começávamos na véspera. Até dar muito errado. Então, antecipávamos uma semana. Até, mais uma vez, a conta não fechar, precisarmos recalcular a rota outra vez para o processo se repetir. Falar sem praticar era uma forma de adiar o que realmente deveríamos fazer. Então, corta para o começo de 2021 — e acredito que não precisamos de muito contexto sobre o ano de 2020, precisamos? Logo depois de pedir demissão do trabalho CLT, meu primeiro grande projeto foi produzir todo o curso de LinkedIn para Marcas Pessoais. Passei dias num quarto escuro, somente com os equipamentos de iluminação e gravação — sempre após o horário útil, porque todos os vizinhos pareciam estar sempre em obras no novo normal. Não sei se você já passou pela experiência de planejar uma gravação para que você mesmo pudesse editá-la depois. Com o tempo e a prática, você ganha uma sensibilidade extra para barulhos que podem atrapalhar o vídeo, falas que não se encaixam tão bem e até da sua postura enquanto grava. Quando você é produtor, editor e professor, você entra num estado de alerta incomum para outras profissões relacionadas à criação de conteúdo que não envolvam arriscar sua vida. Enquanto você conduz a aula passando por cada tópico que pensou, um papel rasgado chama sua atenção e, naquele momento, você sabe que precisa regravar ou aquele barulho vai participar da aula. Repita esse mesmo processo algumas vezes trocando o rasgar do papel por um cachorro latindo. Depois pelo barulho de uma furadeira — fora do horário útil. E não se engane, não estou reclamando de nada disso. Ao final de uma sessão de gravações, termino completamente exausto, mas é aquele tipo de exaustão que você se orgulha e dá vontade de repetir a dose. Boa parte do meu horário livre no início de 2021 foi assim e, colocando na conta todo o período de isolamento anterior, sabia que toda aquela pressão que eu colocava sobre mim tinha seu preço. Essas sessões de gravação são apenas um exemplo de um lugar onde estive várias vezes. Muito se glamoriza o trabalho autônomo, mas, quando você trabalha sozinho, além dos louros serem todos seus, os perrengues e dores de cabeça também não costumam ter com quem dividir. Com toda sobrecarga somada aos fatores externos que eu não tinha controle algum, sabia que fazia sentido procurar ajuda para externalizar tudo aquilo de alguma forma e cheguei a dizer pra mim mesmo: Após toda a produção do curso, começaria terapia. E adivinha? Curso lançado, as coisas fluíram bem e, logo, estava de volta ao modo sem tempo, irmão para terapia. Síndrome do estudante de novo. Agora, podemos pular para setembro de 2022 Havíamos acabado de fechar uma parceria com uma empresa especializada em saúde emocional, bem-estar corporativo e sessões de terapia online. Se ficou estranho que falei no plural do nada, é porque me refiro a um trabalho da Gombo e, logo, me deparei com a seguinte situação. E se não mencionei o nome da marca, é porque esta edição da Escreva sua Marca não é patrocinada. Basicamente, precisava fazer um post no feed do LinkedIn discutindo sobre a importância de cuidar da saúde mental e alertar o pessoal para… fazer terapia. Ensaiei uma versão inicial bem direcionada para criadores de conteúdo que trabalham isolados e precisam dar uma atenção especial para isso. Era o caminho que fazia mais sentido e, inclusive, o caminho que eu deveria trilhar. Só que aquele texto simplesmente não saía. Ficou engasgado e precisei buscar uma alternativa. Apontar o dedo para as empresas foi a saída mais fácil. Você culpa o universo corporativo pelos problemas de saúde mental, algumas (ou muitas) pessoas com cicatrizes profissionais se manifestam e tá tudo certo. Post feito, entrega concluída e o texto engasgado me lembrou que, um ano e meio atrás, eu estava combinando comigo mesmo que começaria a terapia. Dessa vez, não teve mais Síndrome do Estudante. Em setembro do ano passado, não poderia falar para criadores de conteúdo darem uma atenção especial para sua saúde mental, porque eu mesmo negligenciava isso. Hoje, não precisaria mais apontar dedo para empresa alguma.
O ChatGPT é uma ameaça para escritores e redatores?

Este post não foi escrito por inteligência artificial, mas será que poderia ser? Vamos discutir sobre o Chat GPT e as principais mudanças que ele pode trazer para escritores e redatores.
Raio X do LinkedIn: as principais oportunidades para ter resultados na maior rede profissional do mundo

Você sabe qual o formato de conteúdo as pessoas preferem consumir no LinkedIn? E qual elas preferem criar? Será que é o mesmo formato? E qual rede social as pessoas consideram mais confiável: LinkedIn, Facebook ou Instagram? Para perguntas assim, todo mundo costuma ter um palpite. Mas palpites não costumam ajudar tanto na hora de entender melhor o comportamento do usuário numa plataforma como essa. Por isso, a Gombo conduziu uma pesquisa sobre os principais hábitos e comportamentos das pessoas na rede: foram praticamente 3 mil respostas e conseguimos traçar um recorte fantástico do comportamento do usuário no LinkedIn. Nas próximas linhas, vamos analisar juntos alguns pontos que mais me chamaram a atenção entre os resultados. O que as pessoas mais valorizam no LinkedIn? A resposta mais esperada aqui, especialmente por quem não é tão ambientado à rede, seriam oportunidades de emprego, certo? E sim, essa crença tem um fundamento. Com 35,24%, foi o que os usuários do LinkedIn afirmaram valorizar mais enquanto acessam a plataforma. Mas o ponto mais interessante é que 26,94% das pessoas apostam na rede para consumir conteúdos variados e 18,58% estão ali, principalmente, pelo networking. Se criarmos uma categoria de “consumo de conteúdos e networking”, chegamos em 45,52% — ou seja, quase metade dos usuários estão ali com a intenção de construir relações profissionais e consumir conteúdo. Consumo vs. Criação de conteúdo Esse é outro ponto gritante quando olhamos para o gráfico acima: o percentual de pessoas interessadas em consumir conteúdo é muito maior que o percentual interessado em criar. E fica ainda mais forte quando olhamos diretamente para esses tópicos. Enquanto 87% das pessoas afirmaram gostar de ler, ouvir ou ver o que é compartilhado no LinkedIn, apenas 39,3% das pessoas afirmou gostar de criar esses conteúdos. Agora, entre criadores, somente 18,1% confirmou que costuma produzir semanal ou diariamente. Então, se analisarmos o consumo e a criação no dia a dia na plataforma, é como se 18,1% das pessoas estivessem entregando o conteúdo que 87% estão ali para consumir. Considerando o ambiente profissional do LinkedIn, que te dá uma abertura maior para falar sobre suas experiências e seus serviços, você conhece alguma oportunidade melhor para compartilhar conteúdos e se posicionar como referência? Quais são os formatos preferidos? Apesar da principal resposta aqui não ter me surpreendido tanto, teve um ponto bem interessante que merece destaque. O formato que as pessoas mais gostam de produzir também é o que elas preferem ler: posts de feed. 44,3% gostam mais desse formato na hora de criar, enquanto 76,5% preferem consumir posts de feed. Agora, quanto o assunto são os artigos, somente 7,4% preferem produzir textos mais longos e trabalhados. Porém, o percentual de pessoas que preferem ler artigos é superior ao dobro: 15,1%. Apesar do feed ser o campeão disparado nessa disputa, tem uma bela oportunidade para quem gosta de escrever artigos. Com esse formato, em vez de apostar em alcance, você aposta em construção de relacionamento e de autoridade. Então, esses 15,1% são uma amostra que ainda vale a pena escrever artigos no LinkedIn, sim. E se você quiser aprofundar em outros pontos para avaliar se faz sentido para você, ou não, este artigo que escrevi vai detalhar bastante os principais pontos positivos e negativos do formato. Qual a rede social mais confiável? Para fecharmos nossa análise, também perguntamos aos quase 3 mil respondentes se eles consideravam o LinkedIn mais confiável que outras redes. Uma a uma, as pessoas respondiam se concordavam, discordavam ou se eram neutras. Não teve uma rede sequer que as pessoas acreditaram ser mais confiáveis que o LinkedIn. O LinkedIn é mais confiável que… Os votos em neutro para cada uma das redes foram: Facebook, 30,6%; TikTok, 33,95%; WhatsApp, 32,5%; Twitter, 39%; Instagram, 37,6%. Depois de tudo isso, talvez, você esteja pensando que as pessoas que participaram da pesquisa tenham um olhar especial para o LinkedIn. Talvez, seja até a rede social preferida dos respondentes e, por isso, as respostas foram tão positivas. Será mesmo? Também fizemos questão de perguntar se o LinkedIn era a rede social preferida: 58,5% das pessoas discordaram e menos de 20% concordaram. O que fortaleceu uma teoria que eu já tinha: a maior rede profissional da mundo, de fato, não é a rede social onde as pessoas preferem investir maior tempo em seu dia a dia. Porém, é a plataforma onde as pessoas recorrem para se profissionalizar e se informar através dos conteúdos, que elas consideram mais confiáveis. Além de explorar a plataforma para construção de networking e novos relacionamentos profissionais. Claro que o lado de plataforma de vagas, currículos e empregos também continua forte, mas esse é somente um dos vários pontos positivos que o LinkedIn oferece. Então, se você cria conteúdo para se posicionar profissionalmente e construir sua autoridade, procure olhar com carinho para a maior rede profissional do mundo e tente se lembrar dos números. 18,1% das pessoas estão criando os conteúdos consumidos por 87%. Quer conferir os resultados da pesquisa na íntegra? Se quiser ver o estudo completo, é só clicar aqui ou na imagem abaixo para baixar o ebook “Decifrando o comportamento dos usuários do LinkedIn” com todos os principais insights sobre a maior pesquisa já realizada no Brasil sobre o assunto. E se você conhece alguém que vai gostar de conhecer todos os principais insights do nosso estudo, aproveite para compartilhar esta edição da newsletter com ela.
Éramos órfãos antes de sermos filhos dessas músicas

Nos tempos de faculdade, eu tinha uma espécie de ritual para os dias que precisava dormir duas horas ou menos para estudar para alguma prova. Não era sempre que precisava disso. Somente nos casos que os professores exigiam que memorizássemos mais do que caberia em nossas cabeças, que também não eram tão raros assim. Virando a noite, eu chegava com o conteúdo fresco o suficiente para repeti-lo na prova e, horas depois, começava a esquecer. Depois, o ciclo se repetia no próximo exame. Dormindo pouco, me mantinha acordado e concentrado à base de bastante cafeína e música. Até hoje, tenho um certo trauma de café coado por conta disso. Se o cheiro de café me embrulha o estômago me lembrando das noites mal dormidas, várias músicas trazem uma sensação nostálgica maravilhosa. Enquanto saía de casa, sempre apertava o play no mesmo álbum — Sink or Swim, do Gaslight Anthem — por um motivo simples: escutar algo agitado o suficiente para me manter acordado. Até hoje, quase seis anos após receber meu diploma, a primeira música do disco, Boomboxes and Dictionaries, continua tocando na minha cabeça sempre que tenho a sensação que sou a primeira pessoa do prédio a despertar. Toda vez que toco o pé na rua perto das 6h da manhã, os mesmos acordes voltam. E se eu tinha certeza que a escolha era apenas pela melodia, hoje não mais. Olha só as primeiras frases do refrão: And if you’re scared of the future tonight, we’ll just take it each hour one at a time.Se você estiver com medo do futuro hoje à noite, vamos apenas uma hora por vez. Anos depois, o mesmo efeito com diversas músicas diferentes. Os alunos mais observadores do curso de LinkedIn para Marcas Pessoais, talvez, tenham notado um fone de ouvido sem fio aparecendo nas últimas aulas do curso. Exausto com o final das gravações às 2h da manhã, a cada pausa, tirava energia da trilha sonora — bem marcada por Phenomenal, do Eminem. Quando saio para caminhar numa avenida em Belo Horizonte, também não demora para The Modern Leper, do Frightened Rabbit, surgir na minha cabeça. E não para por aí. Porque eu acredito que podemos encontrar uma música para cada vitória, cada derrota e cada momento em nossas vidas. E adivinha só? Também tem uma música que diz exatamente isso.
Um filme, um livro e um podcast para começar o ano de 2023 inspirado

Aproveitando o clima de início de ano, decidi compartilhar com você um filme, um livro e um podcast que me inspiraram — e me marcaram — bastante em 2022.
O ano que escolhi ser fraco

Sobre uma graduação nada convencional, os privilégios de se trabalhar com o que você ama e alguns efeitos colaterais.
Despedidas são estranhas. Transições, mais ainda

Sobre a reta final de 2022 e novos ciclos.
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