Tudo que você precisa entender para começar a construir sua Marca Pessoal - Dimitri Vieira
Tudo que você precisa entender para começar a construir sua Marca Pessoal - Dimitri Vieira

Tudo que você precisa entender para começar a construir sua Marca Pessoal

Você conhece alguém que se posiciona tão bem que toda e qualquer interação se torna uma extensão do mesmo conteúdo?

Seja por meio de um artigo, uma publicação no feed, um curto vídeo de 10 segundos no Instagram Stories ou mesmo uma conversa pessoal descontraída.

Claro que existem algumas particularidades em cada situação e mídia, mas algumas pessoas conseguem transcender esses meios. E elas despertam não apenas nossa atenção, mas admiração imediata.

Isso é conquistado com uma marca pessoal muito bem construída. Não é a toa que uma das poucas profissionais que conheço que se enquadra nessa situação é justamente quem mais me ensinou sobre Personal Branding: Juliana Saldanha.

Farmacêutica por formação, ela mudou de área de atuação duas vezes. Primeiro, para empreendedora/gestora de comunicação na área de inovação e, por último, para estrategista em Personal Branding.

Portanto, ela precisou reconstruir sua marca pessoal duas vezes e, assim, aprendeu tudo o que ensina na prática. Ou seja, com a Juliana, não tem essa história de empreendedorismo de palco ou de ensinar por “não saber fazer”.

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Depois de participar de um curso presencial e de um Café de Networking promovidos por ela, decidi listar as principais lições que aprendi para que você possa começar imediatamente a construir sua marca pessoal.

Personal Branding é a mesma coisa que Marketing Pessoal?

Não, o Personal Branding é a gestão da sua marca pessoal — agindo e se posicionando de forma que o seu público compreenda claramente quem é você e o que tem a oferecer.

Para ficar mais claro, pense em grandes marcas, como a Apple, e veja qual é a primeira reação, sentimento ou ideia que vem à sua mente. É bem provável que tenha sido algo como design, inovação, ou praticidade, certo?

Isso ocorre pela excelente gestão da marca de Steve Jobs. A própria imagem de empresas como a Apple é responsável por boa parte do lucro que elas conquistaram ao longo do tempo.

Trabalhando a sua marca pessoal, você pode se tornar a Apple de seu segmento — nas devidas proporções, é claro (sem falsas promessas).

Ou você pode ignorar a necessidade de trabalhar seu Personal Branding. Mas, nesse caso, você precisa entender que o não posicionamento também é um posicionamento.

Querendo ou não, você já tem uma marca.

Ao expressar a sua opinião, fazer uma publicação no feed ou publicar um artigo, você desenha uma imagem para a sua audiência que, aos poucos, vai se tornando a sua marca.

Tomando conhecimento disso, você pode construir sua imagem com o Personal Branding. Basta seguir os 8 passos a seguir:

1. Defina seus objetivos

Em primeiro lugar, você precisa saber exatamente:

  • quem é você além do seu título, do seu cargo e do seu diploma?
  • qual é o principal valor pelo qual você quer ser lembrado?
  • por quem você quer ser lembrado?

A partir disso, faça uma reflexão (ou uma pesquisa) para descobrir se a sua identidade bate com a percepção que as pessoas têm de você. E, então, você já começa a ter uma ideia melhor do que precisa expor para estabelecer sua marca.

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2. Conte a sua história

É isso que te torna único. Assim como o Storytelling ajuda seu conteúdo a escapar do overload de informações, sua história pode tirar você do overload do mercado de trabalho.

Além de ser um dos seus principais discursos de venda presente em todas as suas apresentações: formais ou informais.

Portanto, orgulhe-se da sua história e aprenda como contá-la da melhor forma possível.

Mas faça questão de vivê-la na prática. Trabalhar sua marca de um modo que não seja genuíno é uma bomba com o temporizador prestes a estourar.

Afinal, credibilidade não se constrói da noite para o dia, mas se perde em um único tweet.

3. Cuide da sua imagem online

Garanta uma atuação coerente com a imagem profissional que você quer passar. Ela é seu cartão de visitas e um atalho para a tomada de decisão.

4. Compartilhe seus conhecimentos de forma consistente

Produza conteúdos e marque presença em, pelo menos, uma rede social.


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Melhor do que simplesmente ter uma conta em todas as mídias sociais e usá-las esporadicamente, é focar apenas em uma. Nem que seja apenas para começar.

5. Não tenha medo de se posicionar

Ainda que você exerça a mesma atividade que centenas de outras pessoas, a sua maneira de fazê-la e a experiência que você proporciona é única.

Então, assuma sua identidade e faça questão de projetá-la no que você faz, sem medo de ser diferente. O maior erro que podemos cometer é ficar no meio-termo e, por isso, deixar de nos conectar de forma significativa com outras pessoas.

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6. Seja claro

Tanto no seu posicionamento, quanto na comunicação.

Para que seu público entenda como você pode ajudá-lo e o que você entrega, além do que não entrega.

Quanto mais claro você for, mais a sua audiência terá confiança de que você entende sua dor e é a pessoa certa para ajudá-la.

7. Seja um guia, não um herói

Personal Branding não é autopromoção.

Usando uma analogia, autopromoção seria você utilizar um megafone para anunciar a todos na rua o quanto é bom e por que deveriam te contratar.

Ao estabelecer sua marca, você vai, na verdade, incentivar outras pessoas a promoverem seus serviços. E com um bom trabalho, pode até ser que alguém decida fazer isso em um megafone.

Afinal, Personal Branding não é sobre você, mas sobre o que as pessoas percebem de você. Com sua marca pessoal, você deve servir ao seu público — não ao seu ego.

8. Torne-se um influenciador

“ Qualquer um pode ser um influenciador, mesmo que não tenha presença digital. É possível que você tenha poder de influência em um ambiente tão específico quanto o da sua empresa e família ou de maneira ampla como em um contexto de milhares de seguidores em uma rede social (Juliana Saldanha)”.

Ao construir sua marca, aos poucos, você gera engajamento e confiança, tornando-se um atalho para facilitar a escolha por você.

Basta seguir esses passos e ser intencional.

Faz sentido?

Sou um escritor e produtor de conteúdo, especializado em Escrita Criativa, Storytelling e LinkedIn para Marcas Pessoais. Minhas maiores paixões sempre foram a música, o cinema e a literatura. Escrevendo textos na internet, consegui unir o melhor desses três universos, e o que era um hobby acabou me transformando em LinkedIn Top Voice e, hoje, se tornou minha profissão.

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