10 pilares para se tornar uma autoridade produzindo conteúdo no LinkedIn
10 pilares para se tornar uma autoridade produzindo conteúdo no LinkedIn

10 pilares para se tornar uma autoridade produzindo conteúdo no LinkedIn

O primeiro passo é a introdução. O leitor já se interessou pelo seu conteúdo e, no começo do texto, você só precisa terminar de convencê-lo a ler.

Pense nela como um escorregador: o usuário já subiu todas as escadas e chegou ao topo. Agora seu papel é não deixar que ele se arrependa disso e garantir que ele escorregue.

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Nada mais justo do que usar a introdução deste artigo para te falar sobre como faço minhas introduções, não acha?

Pois então, na Rock Content, nós gostamos muito da técnica APP (Agree, Promise, Preview). Neste caso, eu diria que ganhar visibilidade no LinkedIn realmente não é uma tarefa fácil, concorda?

Em seguida, diria que lendo este artigo até o final você vai encontrar excelente dicas para aprender como fazer isso (e realmente vai).

Finalmente, eu falaria que tenho um case sensacional sobre escaneabilidade que vai mudar a forma como você lê e escreve conteúdos. E isso também é verdade.

Pronto, temos uma excelente introdução. Mas outra forma que tenho preferido usar é a de te contar por que estou falando sobre esse assunto, e por que eu sou a pessoa certa (ou não) para falar sobre esse tema.

E para isso, gosto muito de usar storytelling, que é um dos dez pilares, inclusive (olha só outra prévia do que vem por aí!).

Por exemplo, eu comecei a escrever artigos regularmente em Junho. Na época, tinha menos de dois mil seguidores.

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Hoje, estou quase chegando aos dez mil, vou dar uma videoaula sobre isso e decidi também escrever um artigo contando sobre os principais pilares da produção de conteúdo, que me renderam esses números e também um artigo lido por mais de 45 mil pessoas.

Agora, chega de falar de mim e vamos ao que importa:

1. Escreva o que você gostaria de ler

No marketing de conteúdo, temos o conceito de persona, que, resumindo bastante, é a representação ideal e semi-fictícia do seu público alvo.

E quem seria sua persona no caso de escrever para se tornar autoridade em sua área?

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Isso mesmo. Você próprio.

Portanto, escreva conteúdos que você gostaria de ler. Fale sobre assuntos do seu interesse que tenham relação com sua área de atuação e escreva relatando as suas experiências. Mas claro, não basta simplesmente escrever.

2. Acima de tudo, seja genuíno

Quanto mais autêntico você for em seus relatos, maior a chance de gerar empatia e engajamento com o leitor.

Diante do overload de conteúdos que a internet se tornou, esse é o caminho mais fácil para garantir que o seu texto terá destaque.

Portanto, quanto mais original o seu conteúdo, melhor. E uma excelente maneira de trabalhar isso é:

3. Storytelling

Já falei que gosto de usar essa técnica nas introduções, mas ela é sempre válida quando encaixar e fizer sentido no seu texto. Sabe por que?

No momento que você conta sua história no conteúdo, ele se torna único. Por mais que existam milhares de textos sobre o mesmo tema, o seu já terá um diferencial, pois mostra uma perspectiva exclusiva sobre o assunto: a sua.

Porém, um bom conteúdo não é o bastante, porque redigir textos para a internet é muito diferente de simplesmente escrever. É preciso pensar na experiência do usuário.

4. Escaneabilidade

Gosto de definir escaneabilidade como pensar na adequação do seu conteúdo para facilitar a sua leitura dinâmica. Assim, algumas dicas práticas que contribuem para isso são:

  • Evitar parágrafos muito longos;
  • Subtítulos;
  • Negrito;
  • Usar imagens no conteúdo;
  • Ah, e bullet lists também!

E eu te prometi um case sobre escaneabilidade, não foi? Então dá uma olhada nesse gif e repare nos pontos que mais te chamam a atenção.

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Com certeza, você notou as imagens, a citação, os subtítulos e alguns trechos em negrito. Agora, o que você não reparou vendo esse gif e outras 700 pessoas não repararam ao ler o artigo foi esse trecho:

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E sabe qual era o tema desse artigo?

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5. Bucket Brigade!

Bastante abrupta essa mudança de assunto, não acha? Estava falando sobre escaneabilidade e, do nada, apareceu um novo subtítulo sobre algo que você talvez nem saiba o que é.

E a ideia do Bucket Brigade é exatamente prevenir que isso aconteça. Mas primeiro, para explicar o que é isso, vou recorrer a uma imagem:

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Imagine este texto como um balde de água cheio e cada tópico, como uma pessoa que irá passar o balde para a próxima. Ao garantir que toda passagem seja bem feita, a água não será derramada, ou seja, você mantém a atenção do leitor.

E quando passei do 4º para o 5º tópico deste artigo, com certeza derramei um pouco de água e espero que não tenha perdido sua atenção. Pois ainda temos outras cinco dicas para cobrir!

Então, o uso de ganchos entre um tópico e outro é fundamental para garantir uma excelente experiência do usuário por meio de uma leitura bem fluida.

Mas prefiro ir um pouco mais longe do que usar ganchos genéricos como o do último parágrafo e transformo os subtítulos em parte do conteúdo. Por exemplo, quer saber outra excelente maneira de prender a atenção de sua audiência?

6. Converse com o seu leitor

Se você reparar, vai notar que, neste texto, estou o tempo inteiro me dirigindo diretamente a você. Sem plural e sem formalidade, para transformar o conteúdo numa verdadeira conversa.

Assim, a leitura se torna bem mais fluida e consigo ter sua atenção por mais tempo, mesmo em conteúdos mais longos.

Minha principal referência para textos conversativos não é um produtor de conteúdo aqui do LinkedIn. O Murillo Leal e o Matheus de Souza que me perdoem, mas tem um cara que faz isso muito melhor que eles dois:

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E não é uma piada. Observe a maneira como ele para tudo o que está acontecendo em uma cena de ação, olha diretamente para a tela, quebra a 4ª parede e fala com você.

Isso gera um nível de engajamento sem precedentes e, com certeza, contribuiu para o sucesso que o filme teve.

Claro que existem limites e situações onde isso não pode ser aplicado, mas sempre que couber e fizer sentido, converse com o seu leitor e você vai notar que realmente faz muita diferença.

Mencionar o Deadpool como uma referência em produção de conteúdo certamente não era algo que você esperava, ou era? E a próxima dica é exatamente essa:

7. Quebre expectativas

Lembra da história de ser genuíno e produzir um conteúdo único? Quebrar expectativas é uma excelente forma de garantir isso também.

Por exemplo, meu primeiro artigo destacado pelo LinkedIn foi O mito da produtividade e o hack que mudou a minha vida.

Esse é um assunto bem óbvio e temos vários conteúdos oferecendo dicas e hacks para melhorar nesse fundamento, mas jamais com quebras de expectativa. E isso acabou contribuindo para que esse meu texto alcançasse mais de 21 mil pessoas.

Não vou falar qual foi a quebra de expectativa, porque odeio spoilers.

E como o objetivo deste artigo não é ficar me vangloriando, mas sim apresentar para você os principais pilares na produção de conteúdo que funcionaram para mim. Então, voltando ao nosso foco:

8. Entenda e aceite que você não é um gênio

E digo isso em três sentidos diferentes:

  1. Jamais use uma escrita rebuscada que apareça mais do que a mensagem que você quer transmitir;
  2. Não escreva colocando-se em um pedestal. É legal falar das nossas conquistas, mas é bem melhor falar sobre como você chegou lá;
  3. Evite falar apenas sobre você.

Ao ler um texto mirabolante, cheio de adjetivos e da palavra EU, desconfie: a ponta azulada e reluzente do iceberg pode ser um imenso saco de lixo virado do avesso num oceano poluído, refletindo a luz do sol. ( Marc Tawil)

9. Use citações

Ao invés de escrever um parágrafo dizendo porque você não deve ficar falando apenas sobre si mesmo, usei uma citação do Marc Tawil.

E como ele é um Top Voice com mais de 300 mil seguidores, certamente o Marc sabe falar sobre isso melhor do que eu. Assim, eu pedi emprestada a autoridade dele sobre atuação no LinkedIn e networking para dar respaldo ao meu texto.

Por fim, temos uma dica fundamental para que sua produção de conteúdo alcance o resultado que você deseja: te transformar em uma autoridade.

10. Tenha recorrência

Escolha um dia e um horário para publicar frequentemente. Eu, por exemplo, venho publicando nas quartas-feiras pela manhã, com exceção deste artigo, pois ele foi feito especialmente para ser publicado ao vivo durante uma videoaula.

Com todos os demais, venho seguindo uma rotina de publicação, por três motivos. Primeiro, você acaba criando um costume nas pessoas de esperar por um novo artigo seu.

Em segundo lugar, e mais importante, é quase impossível prever qual texto seu vai viralizar e qual não vai. Alguns têm um alcance maior que os outros e isso é absolutamente natural.

Por último, não basta um único artigo para se tornar uma autoridade. Com um artigo, você pode conquistar visibilidade. Mas, para se tornar uma referência, é necessário ter uma presença constante.

Isso vai muito além de um artigo, ou de 21, mas começa assim.

Sou um escritor e produtor de conteúdo, especializado em Escrita Criativa, Storytelling e LinkedIn para Marcas Pessoais. Minhas maiores paixões sempre foram a música, o cinema e a literatura. Escrevendo textos na internet, consegui unir o melhor desses três universos, e o que era um hobby acabou me transformando em LinkedIn Top Voice e, hoje, se tornou minha profissão.

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