10 produtores de conteúdo que você precisa ler e acompanhar no LinkedIn
10 produtores de conteúdo que você precisa ler e acompanhar no LinkedIn

10 produtores de conteúdo que você precisa ler e acompanhar no LinkedIn

Desde que comecei a publicar artigos com maior frequência no LinkedIn, ele se tornou de longe a rede social que eu mais uso.

Durante a semana, tenho usado o Facebook apenas no trabalho — ironicamente, o Instagram quando fico entediado e o WhatsApp, quando quero muito falar com alguém. No restante do tempo, você me acha por aqui.

Portanto, eu venho consumindo muito conteúdo nessa plataforma e, naturalmente, alguns autores acabam ganhando minha preferência.

Como algumas pessoas vêm me pedindo recomendações de quem seguir por aqui, decidi fazer essa lista. Meus únicos critérios foram:

  1. O perfil precisa ser ativo, postando uma ou mais vezes por semana (seja em formato de artigo ou no feed);
  2. Os conteúdos precisam ser realmente bons!

Então, neste artigo, listei 10 pessoas que, se estou navegando no LinkedIn e vejo qualquer um deles postando algo novo, meu primeiro impulso é deixar tudo que estou fazendo de lado e ler.

Os primeiros 5 são nomes bem famosos por aqui e os últimos 5, nem tanto. Portanto, espero conseguir te apresentar alguém novo e contribuir com sua rede de conexões.

Mas não queria simplesmente jogar os nomes aqui e sair correndo. Então, vou explicar brevemente por que cada nome está nessa lista, citar alguns trechos e recomendações de conteúdos de cada um deles.

1. Vitor Peçanha

Meu primeiro contato com o Marketing de Conteúdo foi com o Peçanha. Então, se não fosse por ele, este artigo não existiria. Simples assim.

Há aproximadamente nove meses, eu estava fazendo meus primeiros cursos online sobre marketing. E o curso do Peçanha me chamou muito a atenção não apenas pelo curso em si, mas por um artigo que ele mostra no curso:

“Hoje é possível aprender muita coisa somente com cursos gratuitos, ou muito baratos, na Internet (…) Você pode estar pensando: “ah, mas eu sou formado em medicina, não dá para aprender medicina online!” (isso vale para qualquer profissão regulamentada). Realmente, não dá. Mas quem disse que você precisa estudar o que é da sua área? Já ouviu falar em serendipidade? ( Sem emprego? Não é desculpa para ficar sem trabalho [parte 1])”

E então, ele segue mostrando um discurso do Steve Jobs contando como um curso de caligrafia que ele faz na faculdade acabou sendo essencial na criação do Macintosh.

Na época, eu era um estudante de Engenharia Elétrica que tinha acabado de sair de um estágio e começava a estudar sobre marketing. O quanto você acha que esse artigo foi capaz de me motivar?

Pois é, Marketing de Conteúdo é efetivo até para atrair novos funcionários. Sou prova viva disso.

Recomendações

(Se um engenheiro eletricista virou marketeiro, nada mais justo que o marketeiro trocar tomadas, né? Hehe)

2. Matheus de Souza

O Peçanha ajudou a garantir a existência deste artigo. Mas se não fosse pelo Matheus, teria grandes chances de ele não estar no LinkedIn.

Também não teria esse tom mais pessoal e conversativo. E com certeza, ele não teria a piada que você acabou de ler sobre as tomadas.

Os artigos e o curso do Matheus de Souza foram cruciais para me motivar a escrever com maior frequência para o LinkedIn e para ajudar a moldar meu estilo de escrita.

Basta comparar meus primeiros artigos com os mais recentes e você percebe a diferença nitidamente.

Já no aspecto motivacional, deixo que os textos do Matheus falem por eles próprios:

“Não há nada errado em sonhar. Aliás, isso muitas vezes é o que nos move. O problema é que as pessoas confundem sonhos com objetivos. Sonhos não pagam suas contas. Objetivos, se você trabalhar duro neles, podem pagar. ( Qual a sua desculpa?)”

E uma das coisas que mais aprecio nos conteúdos dele é a capacidade que ele tem de falar sobre os mais diversos temas, incluindo cultura pop.

Numa hora, ele fala sobre nomadismo digital na Estônia. E logo depois, fala sobre o Arctic Monkeys e a arte de se reinventar.

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3. Murillo Leal

Entre todos os nomes citados aqui, o Murillo é facilmente quem mais me ensinou sobre produção de conteúdo na prática e estrutura textual.

Mas é uma comparação um pouco injusta, pois recentemente fiz um curso presencial ministrado por ele, com duração de 4 horas, exatamente sobre esse assunto.

Aprendi tanto que decidi escrever um artigo listando as principais lições apresentadas. No total, foram 14 e não tem nenhuma dica básica, como ler mais, adotar técnicas de produtividade, usar pontuação corretamente e evitar frases longas. São apenas recomendações realmente inusitadas e que já estão fazendo a diferença para mim.

Mas além disso, o Murillo é um cara que, assim como o Matheus, consegue escrever sobre tudo. De conselhos para relacionamentos até trabalhar com um propósito. De empreendedorismo a se cobrar demais.

Ele traçou como um objetivo não deixar que nenhum leitor saísse de um texto dele sem algum impacto, ou sem aprender algo novo. Então, seus artigos são realmente capazes de mexer com você.

“Quando alguém nos confessa que está em uma situação complicada, vamos logo nos adiantando e dizendo: “Tudo vai ficar bem”. Mesmo se não soubermos se vai mesmo. Quando somos nós a pessoa com problemas, nossa mente funciona exatamente oposto. Somos especialistas em auto sabotagem. ( O que ninguém te fala sobre cobrar muito de si mesmo)”

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4. Marc Tawil

O mais legal do Marc é que ele é um verdadeiro canal de notícias em forma de perfil no LinkedIn.

Quando aconteceu do time de garotos ficar preso na caverna, por exemplo, eu fiquei sabendo por meio de uma publicação dele. E também tomei conhecimento que o Mbappe doava os 20 mil euros que recebia por partida na Copa por ele.

Ou seja, seguindo ele, você terá um Boletim Diário constantemente atualizado em seu feed no LinkedIn.

Mas além disso, o Marc tem um estilo de escrita realmente único, sendo extremamente taxativo, elegante e direto em seus artigos. Já tentou unir os três em sua escrita? Não é nada fácil.

Conferindo os artigos dele, você verá que não são tão longos, pois ele vai sempre direto ao ponto e sempre com uma opinião forte, sem medo nenhum de se posicionar.

“O que os webfalsos moralistas ainda não perceberam é que a mesma internet que os projeta é, igualmente, seu maior telhado de vidro. Não perceberam que só ganha relevância virtual quem é verdade na vida real. ( Pratique aquilo que você posta)”

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5. Laíze Damasceno

Já ouviu falar em brand persona?

É um personagem criado para representar sua marca, dando personalidade e voz a ela. Em alguns casos, pode-se ir um pouco mais além e associar realmente uma pessoa à marca.

Após conhecer um pouquinho a Laíze e seus textos, posso afirmar tranquilamente que a marca Marketing de Gentileza não poderia ser mais a cara dela.

Tanto que, quando tive meu primeiro hater e me esforcei para respondê-lo de forma gentil, imediatamente me lembrei dela.

Ela tem um estilo de escrita mais leve e descontraído que realmente te prende. Além de produzir séries de conteúdos que já te deixam ansioso aguardando pelo que virá a seguir.

Num dos primeiros artigos dela que me chamou a atenção, ela faz uma reflexão sobre um vídeo da YouTuber Jout Jout e mostra como você pode usar uma estratégia semelhante em seus conteúdos:

“O efeito Jout Jout? Foi irresistível e responsável por colocar este livro no topo das vendas da Amazon. Ela leu um livro na íntegra, mostrou cada folha, cada ilustração e mesmo assim as pessoas foram correndo comprar o livro. ( Efeito Jout Jout no Marketing: qual é A Parte que Falta para você criar conteúdo irresistível?)”

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6. André Mousinho

Se você acompanha a Rock Content nas redes sociais ou já acessou o blog Marketing de Conteúdo, esse nome certamente soa familiar para você.

O André é simplesmente o maior especialista em Marketing de Conteúdo e SEO no time de Marketing da Rock. Sempre que surge alguma dúvida de um cliente que ninguém sabe resolver, ele é consultado e acaba solucionando o problema.

No LinkedIn, frequentemente ele posta no feed sobre alguma questão que chegou até ele e como fez para resolver. Porém, ainda tem apenas um artigo publicado por aqui.

Mas esse é um número que espero que mude em breve, pois estou tomando quase como meta pessoal fazer com que ele comece a publicar artigos. Sabe por que?

Além do enorme conhecimento que o André tem em Marketing e SEO, ele é um verdadeiro apaixonado por literatura, storytelling e cultura pop. Assim, é capaz de escrever artigos sensacionais e descontraídos.

Como no texto em que ele encarna o Deadpool para dar lições sobre produção de conteúdo aos nossos freelancers, que acabou se tornando um dos nossos posts mais acessados e elogiados em 2018.

“O seu texto é todo desconexo. É horrível quando você quer ler um conteúdo e de repente surge uma frase que não cenoura! Chimichanga é algo que gosto, então vou enfiar no texto. Seu conteúdo fica igualzinho o roteiro de um filme do Michael Bay, uma bomba! ( Deadpool explica: por que todo conteúdo que você escreve é uma m…)”

Outro artigo muito bom é o que ele ensina como fazer seus posts parecerem geniais, sem falar sobre absolutamente nada:

“Nesse post você lerá a respeito de… nada! Como assim? É isso mesmo. Nadinha de nada. Será um conteúdo sem nenhuma informação relevante para você. Mas eu vou fazer com que ele pareça absolutamente indispensável para a sua vida! ( Como fazer os seus posts parecerem geniais!)”

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7. Eberson Terra

O primeiro artigo que li do Eberson foi sobre a experiência dele no Rock am Ring, falando sobre como as pessoas usavam bem menos o celular do que em shows no Brasil, onde a grande maioria insiste em gravar tudo. Quase como se a única opção fosse assistir pela tela do celular.

Como sou um grande fã de festivais e shows de música, me identifiquei imediatamente com esse relato e, desde então, o acompanho por aqui.

Mais recentemente, ele publicou outro artigo excelente sobre a arte de escrever o que as pessoas querem ler:

“Ouço muita gente dizer que tem receio de se aventurar na escrita, seja pelo medo do julgamento dos outros, ou por acreditar que suas experiências não são relevantes para ninguém. Ledo engano! Apesar de existirem diversos juízes por aí, tentando catequizar a internet sobre o que é conteúdo importante ou não, cada um tem em seu coração a vontade de ler aquilo lhe faz bem, seja por um momento que esteja passando ou por suas convicções culturais e de vida. ( A arte de escrever o que todos querem ler)”

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8. Aníbia Machado Giusti

Ela também se encaixa na versatilidade que falei do Matheus de Souza e do Murillo Leal: escreve sobre todos os assuntos possíveis. E muito bem.

Um dos seus artigos que mais me chamou atenção, por exemplo, foi sobre o que ela aprendeu com relações longas. Sabe aqueles textos que você para e pensa “Ah, se eu tivesse lido isso alguns anos atrás…”?

Mas ela também dá excelentes dicas de escrita, fala sobre como impressionar seu cliente com dados e faz algumas reflexões que são verdadeiros tapas na cara:

Você é a pessoa certa no lugar errado? Ou o lugar é certo mas você é a pessoa errada? Me perdoem o trocadilho, mas essa é a pergunta certa, para o momento certo! Perceberam como nunca antes na história, falamos tanto sobre  propósito, valores e protagonismo na carreira? Felicidade é a palavra queridinha do momento.

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9. Kaio Serrate

O professor, escritor, empreendedor e palestrante Kaio Serrate lançou recentemente seu primeiro livro, Trabalhe Melhor, e trata de temas do universo do trabalho aqui no LinkedIn. Além, é claro, de produção de conteúdo.

Ele escreveu um artigo contando como nasce um viral, que é um resumo bem breve e didático do livro Contágio, de Jonah Berger.

E também contou uma verdade incoveniente sobre produtividade, que é um outro assunto que particularmente gosto muito:

“ Ninguém tem tempo para tudo que quer fazer. Sua agenda dessa semana é um bom termômetro dos seus resultados futuros. Organize sua agenda de acordo com suas prioridades e esqueça o resto. ( Uma verdade inconveniente sobre produtividade)”

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10. Guilherme Santos

Minha descoberta mais recente, o Guilherme vai de cultura pop a temas polêmicos numa facilidade absurda em seus artigos.

Dando uma olhada nas últimas publicações dele, você vai vê-lo falando de Thanos, Anitta, futebol e experiência no mercado de trabalho.

Nesse último tema, inclusive, ele nem sequer hesita em afirmar o seguinte trecho (que assino embaixo concordando com ele):

“Como num jogo, a soma destas 3 pontuações (conhecimento, vivência e assimilação) indica se uma pessoa tem ou não uma boa experiência sobre determinado assunto. Nesta equação a idade tem valor nulo. Infelizmente, neste caso, a vantagem dos mais velhos fica apenas na fila da lotérica mesmo. ( Experiência não tem nada a ver com idade)”

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E então, o que você achou da lista? Sentiu falta de algum nome? Talvez eu não conheça. Fala aí nos comentários e vamos melhorar nossa rede de contatos! 🙂

Sou um escritor e produtor de conteúdo, especializado em Escrita Criativa, Storytelling e LinkedIn para Marcas Pessoais. Minhas maiores paixões sempre foram a música, o cinema e a literatura. Escrevendo textos na internet, consegui unir o melhor desses três universos, e o que era um hobby acabou me transformando em LinkedIn Top Voice e, hoje, se tornou minha profissão.

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