Você precisa ser “acima da média” para trabalhar sua marca pessoal?

Essa pergunta do título traz uma dúvida e uma insegurança bem comuns entre as pessoas que desejam começar a compartilhar suas ideias e conteúdos, para construírem sua marca.

Posso te adiantar uma coisa: a maioria dos títulos que levanta uma pergunta costuma ter “não” como a resposta mais direta (especialmente os mais sensacionalistas). E aqui, não vai ser tão diferente assim.

Então, se você quer a resposta curta, é não. Você não precisa ser um especialista para ensinar o que pratica e compartilhar sua jornada de aprendizado.

Porém, quero quebrar essa pergunta em partes com você, porque acredito que ela é um reflexo de alguns outros fenômenos que travam demais quem deseja começar.

O que significa ser “acima da média”?

Você consegue responder isso de forma definitiva?

Acredito que seja bem difícil, porque essa resposta traz um caráter extremamente subjetivo. Além de transmitir uma certa necessidade de validação externa.

É a espera por uma chancela que, em algum momento, chegaria como um tapinha no ombro para dizer que “estamos prontos, somos acima da média”.

E quando você pensa na sua área de atuação, talvez você tenha se destacado em algum momento e essa chancela surgiu justamente no momento de destaque. Mas se você tivesse aguardado que ela aparecesse antes de começar a trabalhar, ela teria aparecido?

Se você me perguntar, acredito que não. Se apenas aguardarmos essa chancela, ela jamais chega.

Quem está exigindo essa chancela de você?

Esse é outro ponto-chave por um motivo bem simples.

Quando comecei a compartilhar minhas ideias no LinkedIn, em 2018, as pessoas que me cobravam por não ser acima da média eram desconhecidos que dificilmente estariam dispostos a colaborar com a minha trajetória de alguma forma.

Nessas horas, algumas pessoas costumam exigir e cobrar com uma facilidade absurda, mas têm uma dificuldade gigantesca para reconhecer ou ajudar. Porque apontar o dedo dá menos trabalho e estender o braço.

Se for um caso de síndrome do impostor, esse assunto pode se estender um pouco mais.


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Mas posso garantir que, se você for transparente e ensinar o que pratica, compartilhar sua jornada de aprendizado é um passo natural para te aproximar de outras pessoas interessadas na sua área de atuação, fortalecer comunidades e também a maneira mais simples de fortalecer sua marca no longo prazo.

O que nos leva ao próximo ponto que vale destacarmos na pergunta do título.

“Você precisa”

Essas duas palavrinhas são tão comuns, mas tão comuns em discursos no ambiente online que passei a tomar um cuidado redobrado com elas. Tanto para usá-las na minha comunicação, quanto nos em que me deparo com elas de alguma forma.

E uma coisa que facilitou demais minha vida ao lidar com elas é reformular a frase para transformá-la numa pergunta.

Apesar das pessoas apontarem o dedo bem na nossa cara para dizer “você precisa”, muitas vezes, quem faz essa afirmação é que necessita que nós precisemos daquilo.

Pode fazer o teste e você vai notar que são poucos os casos que a necessidade realmente parte da gente.

Há quem diga que você precisa trabalhar sua marca pessoal, ou será ignorado.

E também há diga que você não precisa, e que o seu trabalho vai falar por você.

Você precisa escolher entre um desses extremos?

Esse é outro mal da internet: o meio-termo parece não existir.

De um lado, você pode encontrar especialistas em construção de marca pessoal apontando o dedo na sua cara, para cutucar a ferida, e dizer que você não terá resultados sem investir na sua marca.

Do outro, pode ver pessoas exigindo ou removendo a sua chancela de acima da média.

Agora, você já sabe.

Transforme os dois extremos em perguntas, porque a decisão e as prioridades são suas.

Se você acredita que está num momento de investir em outras frentes para se tornar acima da média, vai fundo. E pode ter certeza que isso vai refletir na sua marca pessoal.

E se está no momento de focar na sua marca, para dar mais visibilidade ao que você já tem feito e ser reconhecido por isso, não espere chancela alguma. Vai fundo.


“Não ser ninguém além de você mesmo num mundo que está fazendo de tudo — noite e dia —, para transformar você em outra pessoa, significa travar a batalha mais difícil que qualquer ser humano pode travar; e nunca parar de lutar.

— E. E. Cummings


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Sou um escritor e produtor de conteúdo, especializado em Escrita Criativa, Storytelling e LinkedIn para Marcas Pessoais. Minhas maiores paixões sempre foram a música, o cinema e a literatura. Escrevendo textos na internet, consegui unir o melhor desses três universos, e o que era um hobby acabou me transformando em LinkedIn Top Voice e, hoje, se tornou minha profissão.

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